CHALAÇA EM NOVEIÓRQUI 72 !!!

O show dos Acústicos & Valvulados no NY 72, em Porto Alegre, foi uma chalaça total !!! Tivemos a participação especial do Everton Cunha, Mr Pi, que subiu ao palco para cantar “Fim de Tarde Com Você”, ele que divide com o Môica o título de solteirāo tatuado mais cobiçado de Canoas.

E nāo podemos deixar de salientar a ilustre presença do querido Serginho Moah, que foi conferir se estávamos fazendo bonito no palco que é pratcament dele !!!

Obrigado a todos os amigos que compareceram ao evento para nos prestigiar !!! Esperamos que o próximo seja em breve !!!

Segue algumas fotos by Diogo Abelin:

NY 72 1 NY 72 2 NY 72 3 NY 72 4 NY 72 5

Logo RM e as VDC

Leve para sua cidade o show de Rafael Malenotti e as Velhas da Chalaça. A Voz dos Acústicos & Valvulados se apresenta com seus amigos cantando grandes clássicos do Rock Nacional, Internacional e, obviamente, do Rock Gaúcho, que é o seu berço musical.

Não perca essa oportunidade! Entre em contato para ver disponibilidade e preços!!

     E-mail: rafamalenotti@gmail.com

Facebook: Rafael Malenotti

Instagram e twitter: @rafaelmalenotti

VIDA PELA MÚSICA

RAFAEL MALENOTTI feat. FERNANDO NORONHA & BLACK SOUL – LIFE BY THE DROP

http://snd.sc/1hJnPC7

Pois bem, meus amigos,cá estou eu novamente, pouco mais de um ano após o lançamento daquele que foi o 3º som da saga “Em Ritmo de Chalaça”, que postei aqui mesmo no meu aniversário de 40 anos, o clássico TRUE LOVE WAYS, do grande Buddy Holly, que gravei com a Pata de Elefante, em 2012, no Estúdio Onzi, do meu irmão James Onzi, que é, desde já, o principal homenageado deste post + lançamento de agora.

Só para relembrar, os dois primeiros sons, já conhecidos pela turma que acompanha o badauê aqui, foram o UP IN SMOKE, dos mestres Cheech & Chong, em 2008, e A CANÇĀO DO AMIGO, do querido e saudoso Rui Biriva, lançado em 2011,no dia 20 de julho, data em que se comemora o dia do amigo.

E é justamente sobre amizade que se trata este assunto que vos trago hoje ( e sabe-se lá quando lançarei o próximo som deste trampo, que vem sendo feito conforme o nome mesmo diz: em ritmo de chalaça, ou seja, cada um tem o seu, e o meu não tem absolutamente nenhuma pressa de nada… )

Eu sou um cara que acredita que a amizade é uma das principais peças, obviamente lado a lado com o amor, para que a vida seja conduzida de uma forma extremamente prazerosa e feliz. Egoísmos à parte, eu sou um dos melhores exemplos que conheço para reforçar essa teoria. Pra começar, sou filho único, ou seja, o fato de não ter tido irmãos ou irmãs fez com que, durante minha vida inteira, essas lacunas de companheirismos e parcerias fraternais fossem preenchidas pelas amizades, desde criança, até os dias de hoje, e acredito não existir nenhum motivo que faça isso deixar de ser, pra mim, do jeito que sempre foi e que sempre será.

Se eu fosse falar sobre as fases da minha vida, em cada uma delas as amizades presentes foram responsáveis por imensas alegrias, muita diversão, diversos excessos, apoio e conforto nas horas mais difíceis ( e já tive muitas, muitas mesmo)… E essas amizades que, junto com a música, ajudaram a moldar a pessoa que me tornei até os dias de hoje, com muito orgulho e gratidão.

Outro fato importante para salientar é que perdi minha família muito cedo, ainda na pré-adolescência, então naturalmente fui “acolhido” por algumas famílias desses amigos próximos, onde os pais deles se sentiam como se fossem meus próprios pais e, devido a uma mistura de compaixão, com carinho e acredito que obviamente uma certa “pena” também, me tratavam como se eu realmente fosse da família… Até hoje, pra falar a verdade… Acredito ter, no mínimo, cerca de uma meia dúzia de pais de amigos que se sentem assim e que me tratam como um membro da família, o que faz reforçar ainda mais esse meu sentimento de agradecimento a todos eles.

E a família Onzi, do meu querido compadre James, é a mais atuante na minha vida, neste sentido, uma família que há duas décadas faz parte total da minha existência. Aprendi muita coisa com o Jaimão e a Mirtes, pais também da Margot, sua irmã. Sempre gostei muito de conversar com os mais velhos, desde a minha saudosa Nona, que me mostrava diariamente que experiência de vida é algo que não se compra ou se adquire antes da hora, só o tempo e a vivência fazem uma pessoa ter “cancha” para poder aconselhar, incentivar, confortar e exemplificar fatos, ou explicar sentimentos e emoções que vamos tendo ao longo das nossas vidas.

Enfim, o título deste texto eu acabei de ver numa tradução chinelo para a canção Life By The Drop, do grande e já falecido bluesman Stevie Ray Vaughan, canção essa que fala justamente sobre amizade,e que sempre tive vontade de gravá-la. Pois chegou a hora, aqui está ela, e devo afirmar que, desde o princípio, minha intenção era de tocá-la com a sonoridade da Black Soul, banda que acompanha meu querido amigo de longa data, Fernando Noronha, que entre tantos discos já lançados, um deles tem um lugar especial nas memórias do amigo aqui que vos fala, que é o Swamp Blues, seu primeiro registro fonográfico, que foi lançado em parceria com o Bafo De Bira Discos, selo independente que durou pouquíssimo tempo, mas que era coordenado nas dependências da minha casa, onde ficava o estúdio de mesmo nome, que mantive durante 17 anos, em Porto Alegre. Esse disco de estreia do FN & BS foi lançado na mesma época que o God Bless Your Ass, dos A&V, por volta de 1996, e eu lembro muito bem ( coisa que é rara em se tratando da minha pessoa) das correrias que fazíamos juntos, indo de loja em loja, vendendo as caixas de cd’s uma a uma, colando cartazes promocionais do disco dele, enquanto eu era indagado pelos gerentes e vendedores por que eu não estava levando esse mesmo material dos A&V, que na época tinha “gravadora” … Pois a resposta é a mesma até hoje: o trabalho independente de cada artista é justamente o que faz todo o diferencial, tendo gravadora/produtora/escritório/empresário ou não… Simples assim… Complexo é coordenar todas essas funções, mas ainda assim, simples e extremamente prazeroso, se a vontade e o empenho falarem mais alto.

Bom, voltando à gravina do som em questão, fizemos o registro da bateria e do baixo tocando simultaneamente, direto e ao vivo, em poucos takes, até por que o chumbaço já estava deveras pegado, pois eu coordenava uma churrascada monstruosa + cervejada titânica, enquanto Daniel Mossmann e James Onzi se revezavam na captação da dupla Ronie Martinez, grande professor de bateria ( na época professor do próprio Dani) e de Edu “Black Sou Foda” Meirelles, um excelente baixista e amigo que, além de tocar com a Black Soul e com o Alemão Ronaldo, ainda é parceiro também da minha banda dos “amigos de fé, irmãos camaradas” ,quando tenho a oportunidade de fazer alguns dos shows do projeto “A Noite Do Rei” , onde tocamos as clássicas da dupla Roberto e Erasmo Carlos.

Passado mais de um ano dessa brutal festividade ( assim foi todo o começo do disco RM em RC ), devido a um feliz contratempo do compadre James, que se mantém ausente da sequencia da Machete Tour, dos A&V, fazendo parte da Kentucky Tour no momento, precisei contar com a magnífica incursão do também amigo e bruxo Paulo Arcari, o Captain Freedom, que já produziu diversos álbuns no Studio Rock, dentre os quais, o de estreia dos Locomotores e o mais recente do Mutuca, entre outros tantos, e que contém uma vasta experiência musical que vem desde os tempos em que era baterista do TNT, banda pra lá de clássica do nosso célebre rock gaúcho. Mais um amigo que abriu as portas de sua casa/estúdio para a invasão do Capitão Presença, como ele cordialmente me chama e que faz questão de salientar que sou sempre bem vindo.

Enfim, precisei garantir que este próximo som fosse finalizado a tempo d’eu poder comemorar meus 4.1 em grande estilo, mas, desde já, quero deixar claro que a minha intenção não é levar 12 anos para concluir esse trabalho, porque daí o ritmo deixará de ser chalaça e passará para a fadiga extrema, principalmente para o próprio Daniel Mossmann, produtor musical do disco… Que cruz que o Messias está tendo que carregar, heinhô Batista !!!

Na última semana de setembro de 2013, faltando poucos dias pro aniversário do véio, comecei a ficar nervoso e angustiado com o fato de levar um ano entre o lançamento de um som e outro, mas a razão disso é que, neste meio tempo, foram realizados + de 100 shows meus, entre os dos A&V e trampo solo, ou seja, difícil arranjar tempo para outras questões e, justamente por isso que a ideia é que seja feito quando for possível conciliar as histórias. Se o ritmo da chalaça solo está devagar é por que a chalaça oficial da mendigagem está cada vez mais intensa e isso é o principal.

Então, pra seguir adiante, fomos ao estúdio do Mister Arcari e mostramos pra ele a quantas andava o som… Em duas sessões conseguimos fazer a gravação das vozes, minhas e do Norotcha, + gravinas de violas e biliskéts adicionais de guitarras, enquanto que as teclas já haviam sido gravadas pelo parceiro e colega, tanto da Black Soul, quanto dos A&V, Luciano Leães, que dispensa apresentações, principalmente para quem acompanha a história dos A&V desde 2006, quando Leães embarcou na carreta do nosso rock mendigo e daqui só sairá se quiser e, espero eu que nunca… Depois de mais uma sessão de mixagem e finalizações posteriores, aqui está então, senhoras e senhores, minha versão para LIFE BY THE DROP, de Stevie Ray Vaughan, com a maravilhosa parceria do amigo Fernando Noronha & Black Soul. Espero que vocês apreciem e não precisa ser com moderação não, podem chumbar à vontade e conferirem quantas vezes quiserem essa homenagem de pratcament dois minutos e vintrêix ao grande bluesman e, principalmente, à amizade, que através da música, me fez adquirir muitos, mas muitos amigos e amigas.

Era uílson então, jovens !!! Até o próximo capítulo do EM RITMO DE CHALAÇA, e enquanto isso não acontece, vamos seguindo em frente dedicando a “vida pela música” cada vez mais.

Forte abraço a todos e vamo q vamo !!!

OS CAMINHOS DO AMOR VERDADEIRO*

RAFAEL MALENOTTI feat PATA DE ELEFANTE – TRUE LOVE WAYS

http://soundcloud.com/rafaelmalenotti/true-love-ways

Eu costumo dizer que para aqueles que tem sorte, a “velhice” é uma dádiva, e falo não só pela questão da idade avançada e coisa e tal, mas principalmente pela experiência adquirida com o tempo e pela quantidade cada vez maior de histórias para contar para os que o cercam.

Pois bem, amigos e amigas, mal consigo acreditar que há quarenta anos, no dia 30 de setembro de 1972, se iniciava uma história de vida que é repleta de alegrias, felicidades, realizações, sonhos conquistados (e outros tantos que estão por vir) numa estrada tortuosa do rock, onde não faltaram também angústias, decepções, aflições, medos e receios, que recheiam qualquer caminho profissional que se escolha, mas felizmente, no meu caso, graças ao trabalho, reconhecimento, respaldo e principalmente pelas amizades feitas em tantas áreas, isso tudo serviu de estímulo e incentivo para seguir sempre em frente, passando por cima de todas as negatividades antes citadas… Aliás, sobre esse assunto, eu pude aprender com o Tremendão Erasmo Carlos, uma belíssima lição, que ele me ensinou, numa das tantas passagens festivas que tive o prazer de ter nessa minha carreira que já consome mais da metade da minha vida:

– Eu não aceito e não tolero a negatividade !!! A gente tem sempre que procurar fazer o bem, ô Cebola !!!  ( sim, o mestre me apelidou de Cebola, brincando com o fato de que eu não conseguia controlar o choro ao conhecê-lo, mas logo em seguida ele sentenciou: – Isso se chama sensibilidade e ter isso é um privilégio de muito poucos). Daí sim que o turbilhão de emoções e lágrimas se multiplicou !!!

Imagem

Enfim, meus queridos, essa é apenas uma das milhares de histórias que eu tenho muito orgulho e satisfação em contar e espero muito seguir tendo essa mesma sorte e saúde para que eu possa continuar nessa estrada durante muitos e muitos anos, acumulando ainda mais experiência e fatos chalaças para passar adiante…

Sendo assim, de que maneira vocês acham que poderia ser melhor para celebrar esse momento ? A resposta é muito simples: providenciando muito mais histórias para a posteridade !!! E para isso resolvi que nada poderia ser melhor do que se cercar daquelas pessoas que são extremamente importantes na minha vida, em torno de uma nova empreitada, que será uma super reunião de uma “pá de roqueiros da melhor qualidade” numa série de gravações na casa do meu mais querido amigo, irmão e compadre, James Onzi, que fez questão de ceder seu estúdio para que eu pudesse registrar algumas canções que fazem parte da minha história musical.

Esse projeto já está sendo chamado carinhosamente de: RAFAEL MALENOTTI EM RITMO DE CHALAÇA, também como uma homenagem ao Rei Roberto Carlos e seu disco de “aventuras”, e minha ideia é gravar um som com cada banda ou grupo de amigos que tive a felicidade de conhecer nessas mais de duas décadas de estrada. O grande amigo chamado para coordenar a produção musical e mais essa função toda foi meu colega de A&V há pratcament 10 anos, Daniel Mossmann, que conheci quando eu tinha o saudoso Bafo de Bira, nosso estúdio que funcionou na minha casa por 17 anos, por onde passou, viveu e festejou toda a galera do rock gaúcho dos anos 90/2000, e dentre esses tantos, os monstruosos Pata de Elefante, justamente a banda que dará o pontapé inicial nesse brutal festerê.

Imagem

A canção escolhida para registrarmos foi TRUE LOVE WAYS ( *o título desse texto), do Buddy Holly, um lendário roqueiro americano que morreu tragicamente nos anos 50, mas seu legado permanecerá vivo por toda a eternidade. Para essa “gravina” contamos com a grande ajuda dos amigos Diego Lopes (Piano), Maurício Nader (Trompete Tijuânico) e Vicente Guedes (Percussão e microfonação magistral de battery Aziz), que se juntaram à formação clássica da Pata de Elefante, Gustavo “Prego” Telles, Gabriel Guedes, e o próprio Daniel Mossmann, mais a mixagem e masterização do hermano Bóris Markarian, para concebermos todos juntos essa linda homenagem, em forma de música,  ao sentimento mais sublime de todos: O AMOR , que é justamente o que nos faz rir, chorar, sofrer, sonhar, planejar, querer viver de forma intensa todos os momentos possíveis, passar por cima de todos os problemas e obstáculos, tudo para se chegar ao tão esperado resultado – SER FELIZ !!!

Imagem

Imagem

Imagem

Imagem

Imagem

Portanto, espero que essa nossa primeira reunião se estenda até vocês agora com a audição dessa canção e que todos nós possamos festejar, não só os meus 40 anos  sendo comemorados hoje, como a suprema felicidade de estarmos todos vivos e podendo celebrar o amor, que é a maior motivação para seguirmos em frente, eu com minhas duas lindas filhas Fernanda e Isabela e mais minha “lovely wife” Letícia, todos os nossos amigos e familiares e vocês com todas aquelas pessoas que são importantes e das quais vocês se importam e desejam que tudo seja da melhor maneira possível. Pois saibam que os CAMINHOS DO AMOR VERDADEIRO podem fazer essa jornada ser extremamente prazerosa, como estou tentando e me empenhando em fazer nessas minhas primeiras quatro décadas de vida, e posso afirmar que estou conseguindo isso com toda a certeza, sorte e saúde do mundo.

Com a sequencia do EM RITMO DE CHALAÇA, o caldo engrossará cada vez mais e muitos outros amigos se farão presentes nessa festa que recém começa hoje !!!

Muito obrigado por toda a atenção, carinho, respeito e mensagens de força que recebo de todos vocês, a cada show, tuíti, feice, e-mail, telefonema, gritos e desejo de que esse sonho siga se realizando cada vez mais forte, a cada ano que passa !!! Vocês fazem eu me sentir uma “velha” completamente feliz !!!

Um beijo com todo o meu carinho e amor !!!

Rafael Malenotti ( cada vez mais Em Ritmo de Chalaça )

Noite Senhor F – Ipanema FM

NA AUSÊNCIA DO MESTRE FERNANDO ROSA, FUI CONVOCADO ONTEM PELO BRUXO @BrisaDaitx PARA FAZER O PROGRAMA DO SENHOR F, NA IPANEMA FM, QUE FOI ESPECIALÍSSIMO GRAÇAS À PRESENÇA DO AMIGO @estebantavares QUE EU NÃO ENCONTRAVA DESDE O SHOW DO PAUL McCARTNEY NO BEIRA-RIO !!!
NA FOTO TB, A VELHA @escuteoigor
PRA QUEM NÃO OUVIU, PRÓCURI SABÊH PELO SITE DA IPANEMA !!!
ABRAÇOS !!!